domingo, 20 de abril de 2008



Como se não bastassem
diversas aventuras
por ela exploradas.
Criara agora outro hábito.
O de empunhar a caneta e
por-se a escrever.
Energicamente penso,
nada belo e forte como ela mesma.
Pois manifesta poder
e sensualidade nata.
Deveras seus textos
tornar-se longos como seus cabelos.
Expressivo como o olhar
e inquientante como suas emoções.
Que seja polêmico e ao mesmo tempo desafiador.
Que seja a frente do tempo, latente, sutil, seja puro
Despretencioso e natural.
Que balance o encanto


*Adriano Camargo

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